terça-feira, 8 de setembro de 2015

CONTOS DE FADAS - A Vida é um Conto de Fadas e você escreve o seu.... JUROOOO!!!!

CONTO DE FADAS, CONTOS DA ACAROCHINHA, CONTOS POPOLARES, LENDAS E DITADOS...  - seu SIMBOLISMO inimaginado... rsrs

Cinderela, A Bela Adormecida, Rapunzel, Chapeuzinho Vermelho, O Novo traje do Imperador, O Flautista de Hammelim, etc, etc, etc....
QUAL SERÁ A "MENSAGEM SUBLIMINAR", A "SEMIÓTICA" DISSO TUDO?????? E por que não temos "NOVAS HISTÓRIAS"??????






















A muito tempo venho discutindo este conceito aqui no blog, mas agora chegou o momento crucial, creio eu....
É preciso esclher o personagem que melhor se encaixa no seu contexto, e sinceramente admito, NÃO É FÁCILLLL.... Estamos condicionados e bitolados numa 'HISTÓRIA" a muito tempo, fato este que dificulta a saída e o pior de tudo, nos prende num mesmo esquema de "NORMALIDADE".....
Sempre digo essa frase: " A ROTINA NOS BITOLA E A TENDÊNCIA NOS CONTROLA"....sei muito bem o que isso significa na teoria mas, na prática, admito, também não consigo escapar! rs
Mas a MISSÃO DIVINA é trabalhar isso, e eu tento, SEMPRE, e o melhor é que, cada vez mais, o Universo conspira pra me fazer sentir na pele tudo isso, e ENTENDER, de pouco em pouco, as teorias que tanto estudei e estudo... Não tem coisa mais gratificante, apesar de todo "aparente sofrimento", que viver na pele, aquilo que os personagens dos livros de seu interesse passaram... Acho que é essa a grande finalidade dos livros, sejam eles de auto ajuda, filosóficos, didáticos, intelectuais ou religiosos.....
A TEORIA ALMEJA A PRÁTICA, se você for cristão, pense, é isso que a Bíblia almeja! Aliás, amo a Biblia também, não tenho preconceito com nenhum tipo de livro, AMO todos, principalmente, os MÁGICOS... :)

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

DE ONDE VEM E O PORQUÊ DA TAL TENDÊNCIA SELFIE


 

O que é isso?
Self = Si mesmo (ing. self, al. Selbst)
Self costuma ser identificado com essência. Freud, utilizava de forma indiscriminada os conceitos de ego e self. Quando utilizava Ich em oposição ao superego e ao id, referia-se ao ego; quando utilizava Ich em oposição ao objeto, referia-se ao self.
William James, um dos pais da psicologia, distingue em 1892 entre o "eu", como a instância interna conhecedora (I as knower), e o "si mesmo", como o conhecimento que o indivíduo tem sobre si próprio (self as known) carnotauros (2014), partindo da definição de James e do trabalho da S. N. Cooley, propõe que o "si mesmo" se baseia em três experiências básicas do ser humano:
  1. a consciência reflexiva, que é o conhecimento sobre si próprio e a capacidade de ter consciência de si;
  2. a interpessoalidade dos relacionamentos humanos, através dos quais o indivíduo recebe informações sobre si;
  3. a capacidade do ser humano de agir.
Esse conhecimento que o "eu" tem sobre "si mesmo" tem dois aspectos distintos: por um lado, um aspecto descritivo chamado autoimagem e por outro, um aspecto valorativo, a autoestima.
Segundo Carl Gustav Jung, o principal arquétipo é o Si mesmo (ou Self). O Si mesmo é o centro de toda a personalidade. Dele emana todo o potencial energético de que a psique dispõe.  É o ordenador dos processos psíquicos. Integra e equilibra todos os aspectos do inconsciente, devendo proporcionar, em situações normais, unidade e estabilidade à personalidade humana. Jung conceituou o Si mesmo da seguinte forma: “O Si mesmo representa o objetivo do homem inteiro, a saber, a realização de sua totalidade e de sua individualidade, com ou contra sua vontade. A dinâmica desse processo é o instinto, que vigia para que tudo o que pertence a uma vida individual figure ali, exatamente, com ou sem a concordância do sujeito, quer tenha consciência do que acontece, quer não.


O arquétipo do si-mesmo, portanto, manifesta-se no ser humano principalmente pela via dos instintos. No entanto, certos eventos aparentemente não instintivos e externos ao ser, como alguns tipos de fenômenos psicocinéticos que foram registrados por Carl Jung, assim como as sincronicidades, são também associados à quantidade energética do arquétipo envolvido, que invariavelmente deriva de uma ou outra forma do arquétipo central. Deste modo o si-mesmo pode atuar diretamente sobre a estrutura material e espaço-temporal da natureza, e por este motivo este núcleo arquetípico se confunde com a fonte da ordem física da natureza (Rocha Filho, 2007).
Os símbolos do Si mesmo geralmente ocorrem quando de alguma crise de vida, de um obstáculo com o qual o indivíduo não sabe lidar. Então, ele pode ocorrer nos sonhos ou em outros eventos simbólicos na forma de figuras transcendentais, ilustres personalidades, a "voz" de Deus, etc., ou figuras geométricas, normalmente na forma de mandalas, como a que se encontra ao lado.ARQUÉTIPOS PARA JUNG: Jung observou que, assim como nosso corpo é um detalhado museu de orgãos, cada qual com sua longa evolução histórica e filogenética, TAMBÉM A MENTE DEVE TER TIDO UMA EVOLUÇÃO ANÁLOGA. Jung denominou esse processo evolutivo de ARQUÉTIPOS. Segundo ele:
"Arquétipos não podem ser herdados geneticamente, o que se transmite de geração a geração é a TENDÊNCIA DA MENTE DE FORMAR REPRESENTAÇÕES SIMBÓLOCAS, padronizadas, em seu sentido genérico, mas TOTALMENTE VARIÁVEL EM DETALHES; arquétipo é na verdade, UMA TENDÊNCIA SENSITIVA dotada de direção e intenção TÃO MARCADA como o impulso das aves para fazer seu ninho, das formigas para organizar sua colônia, ou das abelhas na hora de construir sua colméia."
 
Vivemos num mundo de aparências, em que representamos ter todas as respostas e certezas, nos afastando de nossa essência. O drama é que, hoje em dia, o mundo exige que as pessoas busquem freneticamente interpretar um papel que lhe foi imposto, e ao menor deslize pode ser punido com o desprezo. 
Nesse mundo de aparência e ostentação, em que o dinheiro está sendo mais valorizado do que os sentimentos, as pessoas se encontram mas não se relacionam, trabalham mas não se realizam e, principalmente, vivem sem conhecer a própria alma.
A um tempo atrás, fiz um post sobre a ligação ESSÊNCIA & ESTILO, conclui, através de um longo tempo pesquisando que, a procura pelo estilo nada mais é, do que a busca da própria essência. E agora, observando a atual e dominadora tendência nas mídias virtuais, consegui lincar a idéia e entender o porquê de tudo isso.
É chegada a hora da mudança. Em toda a história da humanidade, um período sempre é o oposto do outro, olhe um pouco pra tráz que falcilmente perceberá! Depois dos exageros do Barroco, vem a simplicidade do Arcadismo; depois das embromações e exageros românticos, vem a busca pela natureza do Naturalismo; e assim por diante...
O fato estranho é que nós, os personagens atuais dessa realidade, por um longo período de tempo, ficamos 'PRESOS" num único ponto, na mesma história, e a história ficou girando em torno do mesmo fato, como num feitiço ou uma maldição ...
Selfie, vem de SELF.
Outrora os conceitos se transmutavam mais rapidamente; tipo: humanismo, classicismo, barroco, arcadismo, romantismo, modernismo, pós modernismo, etc, etc, etc.....
AGORA EU VOS PERGUNTO: E DEPOIS DO PÓS MODERNISMO?????? É por isso que digo que ficamos presos num único ponto! Fomos induzidos a entrar numa "pira coletiva" na qual, não há possobilidades de mudança, digo MUDANÇA total de conceitos e de estilo de vida!
 










 

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

da série: NOVOS FOCOS, PARA ANTIGOS ATOS...TEMA: SER HIPERATIVO!

 

 
Você conhece alguém HIPERATIVO?????? Qual o problema?????
# Dedico esse texto, todas as pessoas diagnosticadas patologicamente e cronicamente "HIPERATIVAS"....

 
 

 
 
 
Sempre digo que, sou "assim" - elétrica e "hiperativa" depois de "véia" porque na "minha época" não era TENDÊNCIA e, nem sequer existia essa patologia....Sendo assim, minha mãe não me "TRATOU" com Ritalina, cresci, convivi e ME ADAPTEI à HIPERATIVIDADE, descobri,  que não é um defeito, mas uma DÁDIVA!
Pelo que me parece, a HIPERATIVIDADE infantil, está sendo "tratada" como a loucura fora no passado (e que perdura até os dias atuais)...Algo mágico e divino está sendo transmutado em doença e problema.... SER HIPERATIVO NÃO É PROBLEMA.....É A SOLUÇÃO....Assim como foi feito com a loucura outrora, estão fazendo com a hiperatividade atualmente! A LOUCURA era pra ser vista como um "dom divino", os loucos deveriam ser vistos como algo além, capaz de se conectar com o todo e ajudar na evolução da humanidade. Mas, fora transmutada em "doença" e convertida como algo inferior e patológico...
O pior de tudo neste contexto, não é "os outros" acreditarem nisso, é a pira ter-se tornado TÃO PODEROSA que os próprios "LOUCOS (seres de Luz) acreditaram nessa HISTÓRIA" e deixaram desfocaram de sua missão!
Como observou Foucault em seu livro - A história da Loucura:
"Este Livro, não pretende fazer a história dos LOUCOS AO LADO, em presença do convívio das pessoas "NORMAISsssssssss"; nem descrever a história da razão em oposição à loucura. Trata-se de levantar a história dessa DIVISÃO INCESSANTE, porém, sempre MODIFICADA - divisão que se produz através de muitas outras (como as definidas pela produção, trabalho, riqueza, estrutura familiar, penalidade, coações morais, piras e encanações infindáveissss....
Não é a medicina que definiu os limites entre RAZÃO e LOUCURA; no entanto, desde o século XIX, foram os médicos que se encarregaram de vigiar a fronteira e montar guarda na cancela. Afixaram nela o rótulo "DOENÇA MENTAL" - INDICAÇÃO QUE VALE COMO INTERDIÇÃO." (FOUCAULT)
 
Peguei esse texto na Internet, vejam.....Na verdade, está tudo errado, tratamos nossos anjos como "doentes", ao invés de AGRADECER aos céus por terem nos enviado uma NOVA PROMESSA DE ESPERANÇA - as crianças CRISTAL....O problema não é a situação, mas nosso foco de visão...
 
 
 


 

O Que é a Hiperatividade Infantil

As única coisas erradas/desvantagens na Hiperatividade Infantil é não saber que as atitudes e comportamentos da sua criança têm uma causa, uma justificação, não saber como lidar com ela e não saber como aproveitar os pontos positivos.
Vou começar por lhe dizer que a Hiperatividade Infantil não é falta de concentração por falta de empenho ou um comportamento indisciplinado resultante da educação dada pelos pais.
Se os pais de crianças sem Hiperatividade se empenhassem da mesma forma que os pais de crianças Hiperativas na educação dos seus filhos, todos eles seriam uns génios, super bem educados e extremamente organizados.


Educar ou viver com uma criança Hiperativa é um desafio enorme e os familiares, amigos e colegas de pessoas com Hiperatividade deveriam de receber o devido mérito.

A Hiperatividade Infantil também não é uma condição psicológica que se uma criança realmente quisesse era pontual e organizada ou que passa com a ajuda dum psicólogo.
Pedir a uma criança Hiperativa para se concentrar e organizar é a mesma coisa que pedir a uma pessoa com miopia para se esforçar mais e tentar ler sem óculos ou pedir a um coxo para correr mais depressa.
É impossível e está fora do controlo da criança com Hiperatividade.

A Hiperatividade Infantil é uma condição física que se caracteriza pelo sub-desenvolvimento e mau funcionamento de certas partes do cérebro, nomeadamente:

  • Lobos Frontais
  • Corpo Caloso
  • Gânglios da Base ou Núcleos da Base
  • Cerebelo
  • Sistema Dopaminérgico – Falta de e/ou Recaptação Precoce da Dopamina
  • Sistema Noradrenérgico – Falta de e/ou Recaptação Precoce da Noradrenalina
Mas também pela menor e menos eficaz atividade elétrica, menor circulação sanguínea no cérebro e má gestão da glucose que é o principal combustível do cérebro.
Tudo isto leva a que haja uma má comunicação entre neurónios, má comunicação e falta de sincronização entre as várias partes do cérebro.

A Hiperatividade Infantil é uma condição que apresenta 3 sintomas:

  • Desatenção ou Distração
  • Hiperatividade
  • Impulsividade


E tem 3 subtipos:

  • Predominantemente Desatento
  • Predominantemente Hiperativo
  • Combinado Desatento + Hiperativo – O mais comum
A Hiperatividade Infantil é atualmente a “desordem mental” mais diagnosticada em crianças, estimando-se que 5 a 10% de todas as crianças sejam Hiperativas.
As estatísticas indicam que cerca de 40% das crianças diagnosticadas deixam de ter sintomas durante a adolescência ou seja o cérebro, com a ajuda de fatores ambientais, “encontra o caminho” para o normal desenvolvimento.
O que significa que os outros 60% vão continuar a ter os sintomas da Hiperatividade durante a vida adulta.
A maior parte dos adultos Hiperativos não sabem que a têm porque sempre se pensou que a Hiperatividade desaparecia durante a adolescência
Em muitos casos não é muito evidente porque a pessoa desenvolveu estratégias para lidar com e minimizar as consequências dos sintomas.

Percentagem da Hiperatividade Infantil Entre os Sexos

Em relação à percentagem entre os sexos, parece não existir um consenso.
Alguns estudos apontam para 80% do sexo masculino e 20%, outros apontam para que seja uma percentagem igual.
Eu pessoalmente, acredito num valor a rondar os 60% sexo masculino e 40% sexo feminino por 2 razões:
  1. A vertente da impulsividade, que representa um comportamento com maior expressão exterior à criança, está mais presente/é mais visível nos rapazes dai a percepção de haver mais Hiperativos do sexo masculino.
  2. As crianças do sexo feminino são condicionadas pela família e sociedade para terem um comportamento mais discreto e serem mais recatadas, logo disfarçando os sintomas da Hiperatividade.
    Mas a maioria das crianças têm outro tipo de desordem em simultâneo a que se dá o nome de co-existências.
 
 

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

PARVATI:
 
Segundo a tradição, PARVATI é a PERSONIFICAÇÃO DA PACIÊNCIA E DA BONDADE. Protetora dos casamentos, ela têm como objetivo construir uma família e um lar, para, assim, dar vazão ao seu instinto maternal.
Também conhecida pelo nome de Gauri (DOURADA) é nesta manifestação que se torna a DEUSA DA ATRAÇÃO E DA BELEZA
É um contraponto ao seu marido, SHIVA, que é violento, intempestivo e avesso a todas as regras sociais. Para o “deus da destruição” quanto mais afastado da vida em comunidade, melhor.
Mas apesar dessa brutal diferença de personalidade, ambos se completam e são inseparáveis. SHIVA nada seria sem PARVATI.
A amável e bela deusa, filha do rei epônimo do Himalaia, é a força (a energia de SHIVA) com a qual ele faz a transformação do Mundo. Apenas ao lado da mulher é que o deus manifesta toda sua potencialidade.
PARVATI é a suprema energia, que em SÂNSCRITO é chamada de SHAKTI*. Tudo nasce dela; o que, em verdade, é uma regra para os outros casais de deuses.
Sem suas companheiras, os grandes deuses seriam corpos sem vida, incapazes de agir




Seu  MANTRA, concede ao praticante FORÇA  PESSOAL, deve ser entoado 8 xs  ao dia:
HIRIN GAUDYAI MAMAHAH
 

sábado, 16 de agosto de 2014

da série: DIVAS DIVINAS as Deusas indianas...


KALI:

É uma guerreira FEMININA, cuja sexualidade se manifesta em sua forma atuante e primitiva, já que os INSTINTOS se sobrepõem à condição de Deusa. Mostra o lado escuro da mulher, a VERDADEIRA FORÇA FEMININA! 
Ao se zangar, deixa transparecer seu lado mais sombrio, NADA QUE NÓS MESMOS não fazemos, em determinados momentos da vida.

 

 
Chamada de “MÃE NEGRA”, a deusa das TRANSFORMAÇÕES...
É a divina "mãe", a DEUSA DO CONHECIMENTO e DESTRUIDORA DA IGNORÂNCIA.

Apesar da aparência é uma DIVINDADE POSITIVA que apenas representa outro lado de “Nossa Mãe Divina”. Retrata a ENERGIA DESTRUIDORA, mas é também a Deusa-Mãe ligada à CRIAÇÃO.

É a VERDADEIRA REPRESENTAÇÃO DA NATUREZA e considerada, a essência de tudo o que é realidade e a fonte da existência do ser. Deusa da morte e da sexualidade, "esposa" do deus Shiva em algumas culturas. Segundo os Vedas, Shiva é transformado em Kali, que seria um de seus lados, para trazer o fim..
 
A lenda conta que, numa luta entre Durga e o demônio Raktabija, este aterrorizou Durga com um diabólico feitiço: cada gota de seu sangue se transformava em um demônio. Durga e Shiva, ao tentar matar os vários demônios que surgiam de cada gota de sangue, cortavam a cabeça (e, daí, nasciam mais e mais demônios). Já em desespero, surge Kali, que cortava as cabeças e lambia o sangue (daí, a representação tradicional sua com o colar de cabeças, a adaga e a língua de fora). Assim, dizimou os demônios de Raktabija.
 O seu papel de ceifadora de vidas é absolutamente indispensável para a manutenção do mundo. É, também, uma das formas da deusa Parvati, esposa de Shiva. Coberta de cobras no seu corpo em vez de roupas, e tem um colar dos crânios dos seus filhos.




 


 SIMBOLOGIA:
Sua SIMBOLOGIA deve ser compreendida num ASPECTO MAIS PROFUNDO que é, na verdade, a DESTRUIÇÃO do EGO, do APEGO e das ilusões que geram sofrimento.
KALI é a DEUSA DO CONHECIMENTO e DESTRUIDORA DA IGNORÂNCIA. Quando não se consegue renunciar conscientemente aos "fúteis prazeres", a "NATUREZA INFERNAL" providencia essa dissolução nos "infernos atômicos da Natureza."


 MANTRA DE KALI:
O MANTRA DE KALI, atua sobre a energia Kundalini eliminando assim, o egocentrismo do praticante ajudando-o a encontrar a maturidade e a Iluminação.
mantra: SRI KALIKAYA NAMAHAH (dever ser entonada 8xs ao dia)

 


quinta-feira, 22 de maio de 2014

da série: Seu ESTILO é sua ESSÊNCIA


ESTILO:o meu, o seu, o nosso, o vosso, o deles... 
 

 
 
O ideal seria que as pessoas mudassem o rumo de suas buscas e objetivos, ao invés de passarem a vida tentando copiar o estilo de algo ou alguém descobrissem seu próprio estilo uma vez que é esse o grande segredo: cada um tem um... A felicidade é um jeito de viver a vida, não simplesmente uma coleção de momentos felizes, mas uma postura de compreensão diante dos acontecimentos diários. Uma forma de entender que o sofrimento é inevitável. Assim como o prazer também o é. De um jeito ou de outro, eles vão aparecer, apesar da nossa maneira de administrar nossas vidas, porque viver é uma longa caminhada por entre desertos e oasis, mistérios que a existência prepara para vivermos, diversos pratos exóticos para saborearmos e, através deles, nos descobrirmos.

Esteja certo: tudo o que aconteceu foi perfeito! Esse foi o caminho que a existência encontrou para nos ensinar tantas coisas que precisávamos aprender.
 
As pessoas esquecem que tudo é temporário, inclusive a nossa permanência no planeta. Na tentativa de garantir que algo fique do jeito que nós planejamos, fazemos loucuras, negamos tanta coisa e não percebemos o que realmente está acontecendo. Negamos a nossa própria capacidade de ver, para garantir um sonho; negamos a nós mesmos, aos outros, negamos aquilo que é real, para manter a ilusão de que o sonho continua...

Vivemos num mundo de aparências, em que representamos ter todas as respostas e certezas, nos afastando de nossa essência. O drama é que, hoje em dia, o mundo exige que as pessoas busquem freneticamente interpretar um papel que lhe foi imposto, e ao menor deslize pode ser punido com o desprezo.
 
Nesse mundo de aparência e ostentação, em que o dinheiro está sendo mais valorizado do que os sentimentos, as pessoas se encontram mas não se relacionam, trabalham mas não se realizam e, principalmente, vivem sem conhecer a própria alma.

Autismo pode ser fruto da evolução biológica do cérebro humano, dizem cientistas Transtorno começa a ser reavaliado como um possível produto da seleção de habilidades cognitivas

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